Foto: Gustavo Oliveira/Londrina
Na tarde deste sábado, o Londrina Esporte Clube (LEC) venceu o Paysandu, no Estádio do Café, em partida válida pela 31ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B. Esta foi a terceira vitória seguida do Tubarão no torneio. Anteriormente, a equipe alviceleste venceu o Juventude e Figueirense. O time paraense vinha de um empate com o Luverdense. 

Os gols do LEC foram anotados por Negueba, logo aos dois minutos do primeiro tempo, e Carlos Henrique, aos 14, que aproveitou bela jogada do meia Artur. Germano perdeu um pênalti e Wellington Júnior, do lado dos paraenses, chegou a diminuir o placar, mas a jogada foi anulada pela arbitragem. 

Com o resultado, o Tubarão subiu para a sétima posição, com 46 pontos. O Paysandu caiu para a 13ª colocação, com 36 pontos.


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Foto: Arquivo/ABr
As vagas temporárias para o fim do ano, principalmente no comércio, podem representar para muitos uma possibilidade de contratação definitiva ou uma renda extra para os gastos de dezembro e janeiro.
Em Brasília, pesquisa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF) indicou que 31,8% dos empresários farão contratações temporárias. As vagas criadas serão aproximadamente 3,9 mil até o Natal. No ano passado, 16,3% contrataram e 3,8 mil postos temporários foram abertos. O levantamento ouviu 425 lojistas de shopping e de rua, de 15 setores diferentes, entre 7 e 9 de agosto.

O presidente da entidade, Adelmir Santana, ressalta que a expectativa de contratações ainda está distante dos patamares verificados em anos pré-crise econômica. “Quando a economia estava bem, lá em 2014, esse número era de 7 mil a 9 mil pessoas. Ainda não está estabelecida a confiança plena. Mas já é um sinal de recuperação quando eles [lojistas] dizem que vão contratar pessoas”.

Segundo Santana, com a crise, os empresários também estão retardando as contratações. A ideia é, primeiro, ter certeza de que haverá alta no movimento. “No passado [as contratações] eram na segunda quinzena de agosto. Este ano, a perspectiva é só a partir da segunda quinzena de novembro”, explicou.

Entre os segmentos pesquisados pela Fecomércio-DF, o de lojas de calçados e acessórios foi o que apresentou maior intenção de contratação temporária (36%), seguido por livraria e papelaria (20,3%); lojas de brinquedos (19%); floricultura e cestas (15,7%); chocolataria (15,5%); vestuário (11,2%); artigos para presente (11,1%); perfumaria e cosméticos (10,7%); eletroeletrônicos (8%) e relojoarias e joalherias (6,5%).

O empresário Júlio Cesar Alonso, que dirige 11 lojas de uma franquia de chocolatarias, informa que este ano contratará entre 30 e 35 pessoas para atuarem como temporários no seu negócio. Segundo ele, desde a Páscoa o setor vem registrando melhora no movimento.

“A gente vem recuperando faturamento e movimento. No shopping tem tido fluxo. As pessoas estão voltando a frequentar shoppings, a investir em lazer e a consumir supérfluos”, diagnosticou. Segundo ele, o processo de seleção de temporários começará na quinzena de outubro.

O lojista avisa que os temporários podem tornar-se efetivos caso mostrem bom desempenho.“Sempre vai ter a oportunidade de contratação, seja para substituir eventuais funcionários que não estão atendendo às necessidades ou mesmo com a criação de novas vagas”, diz.

O Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Câmara Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) estimaram a abertura de 51 mil vagas extras no final deste ano a partir de pesquisa feita com 1.168 empresários dos setores de serviços e de comércio varejista, localizados nas capitais e interior do país.

Já a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) prevê que mais de 73 mil pessoas serão contratadas pelo comércio brasileiro para as festas de fim de ano, com alta de 10% em comparação com o mesmo período do ano passado, quando foram geradas 66,7 mil vagas temporárias de emprego.

Expectativas na crise do Rio de Janeiro

Moradora de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, a pedagoga da Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec) Patrícia Araújo Tavares, de 34 anos, está em busca de trabalho temporário para uma renda extra para os gastos do fim de ano. Assim como outros funcionários públicos estaduais com salários atrasados desde o ano passado e sem receber o décimo terceiro, ela está procurando alternativas para complementar a renda.

“Como o pagamento está irregular, estou procurando emprego em lojas de roupas, lanchonetes e pizzarias para trabalhar no fim de semana ou à noite, para reforçar a renda de final do ano. Vários colegas [da Faetec] estão vendendo doces, salgados, bolos”, conta.

O atraso no pagamento do funcionalismo fluminense aliado ao desemprego e ao crescimento da violência no estado são fatores apontados pelo presidente do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDL-Rio), Aldo Gonçalves, para a redução do número de vagas temporárias neste fim de ano.

Segundo estimativa do Centro de Estudos do CDL-Rio, o comércio lojista deve contratar 10 mil funcionários temporários para o período das festas de final de ano e para o verão, segundo a sondagem com 500 empresas dos setores de confecção e moda infantil, calçados, joias e bijuterias, óticas, eletroeletrônicos, papelarias, móveis e brinquedos.

As contratações previstas representam uma retração de 16% no número de empregados temporários admitidos no mesmo período do ano passado, que totalizou 12 mil. Para o presidente do CDL-Rio, o país ainda não saiu da crise econômica, apesar da tendência de melhora. “Além disso, o Rio de Janeiro está vivendo um momento muito ruim, com o crescimento da violência, com o desemprego e com o funcionalismo público estadual sem receber em dia”, disse.

Desempregado há três meses, o eletricista Luís Cláudio Alves da Cunha, de 45 anos, procurou um dos postos do Sistema Nacional de Emprego (Sine), no centro do Rio, no início de outubro, para recolocação profissional. Ele disse que, apesar de procurar uma vaga definitiva, vai aceitar contrato temporário na expectativa de ser efetivado.

Cunha acrescentou que também está buscando trabalho em outras áreas, como vendedor ou motorista. “Eu me sinto triste. A gente não espera [ser demitido]. Eu, pelo menos, fui indenizado”.



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Foto: América-MG
O Paraná Clube permanece rumo ao sonho do acesso. Na noite deste sábado (21), o Tricolor empatou com o América-MG, no estádio Independência, pela 31ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. A equipe paranista saiu na frente com um pênalti convertido por João Pedro, porém o Coelho igualou o placar em outra cobrança de penal.

O resultado deixa o Paraná na quarta posição, com 53 pontos. Dois pontos de distância do Vila Nova, quinto colocado. O time goiano é, inclusive, o adversário do Tricolor na próxima rodada. Na terça-feira (24), a equipe de Matheus Costa recebe o Vila, em Curitiba, às 21h30.

O jogo

O Tricolor entrou quente em jogo, com fome de gol. Logo aos dois minutos, Gabriel Dias tentou o lançamento para Vitor Feijão. Enquanto a bola passava, Junior cruzou na área e Rafhael Lucas finalizou quase no gol do Coelho.

Pressionando os adversários, aos 26 minutos, a equipe paranista sofreu pênalti em Vitor Feijão, derrubado na área. João Pedro foi para cobrança e converteu a penalidade em gol.

Na segunda etapa, o Coelho voltou mais agressivo e, aos 20 minutos, Brock fez pênalti em Bill. O próprio atacante foi para cobrança e acertou o canto esquerdo.

Aos 30 minutos, o Paraná até chegou ao segundo gol, mas estava impedido. Robson cruzou para dentro da área e Vitor Feijão completou para o fundo das redes, em posição de impedimento, a jogada não valeu.

Para garantir o empate, já nos acréscimos, Richard salvou o Tricolor em um chute de Ruy.



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Foto: WhatsApp/Jornal da Nova
Policiais da PRF (Polícia Rodoviária Federal) prenderam, nesta sexta-feira (20), em Curitiba (PR), dois assaltantes que haviam sequestrado e mantido refém um caminhoneiro de 37 anos, morador de Nova Andradina, durante mais de seis horas.

Por volta de 14h, agentes da PRF que faziam ronda pela BR-376, no Contorno Sul de Curitiba, quando foram abordados pelo caminhoneiro que estava a pé, às margens da rodovia. Ele informou aos policiais que havia sido sequestrado no início da manhã, por volta de 7h30, e sua carreta bitrem, roubada. Ele havia acabado de ser libertado do cativeiro.

Com informações sobre as características do veículo, os policiais rodoviários federais começaram então a fazer rondas pela região.

Nas imediações do quilômetro 589, os agentes da PRF avistaram a Scania/R124, cor branca, com semirreboques com placas de Nova Andradina. No interior dela havia um homem de 41 anos, que foi preso em flagrante. Ele revelou que aguardava a chegada de outro homem, em um automóvel VW/Fox, cor prata, que instalaria um bloqueador de sinais no caminhão. Ambos pretendiam seguir viagem até Ponta Grossa (PR) com o caminhão roubado.

Minutos depois, enquanto a equipe da PRF aguardava de maneira oculta no local, o Fox se aproximou e estacionou ao lado do caminhão. Os agentes, que haviam deixado a viatura escondida em um posto de combustíveis nas proximidades, posicionaram-se então na frente do carro e ordenaram o desembarque imediato do motorista. Ele, porém, arrancou em alta velocidade e acelerou na direção dos policiais, que quase foram atropelados.

Após percorrer cerca de 200 metros, o homem de 32 anos, abandonou o carro e tentou fugir a pé, por uma área de mata. Após buscas, ele foi localizado e preso.

Dentro do Fox havia miguelitos [pedaços de ferro entrelaçados para perfurar pneus] e um dispositivo bloqueador de sinal de rastreamento [jammer].
A vítima reconheceu os dois presos como coautores dos crimes de roubo e sequestro.

O caminhoneiro, que transportava uma carga de fertilizantes (ureia) no valor total de R$ 48 mil, saiu de Araucária (PR) e tinha Pedra Preta (MT) como destino.

Ele contou aos agentes da PRF que, logo no início da viagem, foi abordado pelo mesmo Fox prata com a carreta em movimento. No momento da abordagem, os criminosos estavam em três e portavam pelo menos um revólver, que não foi encontrado.

O motorista posicionou o carro na frente do caminhão, obrigando-o a parar. Então dois passageiros desceram e renderam o caminhoneiro, que foi mantido refém até pouco antes das 14h.

Dos 37 volumes da carga de ureia, 36 foram recuperados pelos policiais rodoviários federais. Apenas um foi furtado.

A PRF encaminhou a ocorrência à Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Cargas, em Curitiba (PR).


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Foto: Luciano Belford/Agência Estado
Com mais de 30 mil torcedores presentes ao Maracanã neste sábado, o Vasco recebeu o desesperado Coritiba na abertura da 30ª rodada do Campeonato Brasileiro tentando ampliar a sequência de três vitórias consecutivas.

O início foi promissor, um gol contra de Matheus Galdezani em cobrança de escanteio de nenê na primeira etapa colocou o cruzmaltino em vantagem, e chances foram criadas no segundo tempo para ampliar a vantagem.

No entanto, um chute de Rildo que desviou em Breno no segundo tempo jogou um balde de água fria nas pretensões vascaínos, e o empate não foi para ninguém.

Afinal, o Vasco chegou aos 43 pontos, continua na oitava colocação e perdeu a chance de alcançar o G-7 (o Botafogo, com 44, é o sétimo).

Já o Coritiba sobe para 32 pontos e ao 18º lugar do Brasileirão, ainda na zona de rebaixamento - caso vencesse, deixaria o Z-4.

Na próxima rodada, no fim de semana que vem, o Vasco faz clássico contra o Flamengo novamente no Maracanã, e o Coritiba visita o Sport.



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Foto: Wilson Dias/Agência Brasil
  O ministro Rogerio Schietti Cruz, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou pedido de liberdade feito pela defesa do ex-deputado Eduardo Cunha. O peemedebista foi preso em outubro de 2016, por decisão do juiz federal Sérgio Moro. À época, o magistrado entendeu que o ex-presidente da Câmara estava obstruindo a Justiça e representava um "risco à ordem pública". Cunha cumpre pena de 15 anos e 4 meses de prisão. Contra ele, ainda recai mandado de prisão no âmbito da Operação Sépsis, que investiga irregularidades na Caixa Econômica Federal. As informações foram divulgadas no site do Superior Tribunal de Justiça (STJ). 

O pedido de liminar foi apresentado após um novo decreto de prisão preventiva emitido pela 10ª Vara Federal em Brasília, juízo responsável pela Operação Sépsis, que apura fraudes na liberação de financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), administrados pela Caixa Econômica Federal.

Eduardo Cunha foi preso inicialmente em outubro de 2016 em razão das investigações da Operação Lava Jato. Após o início da Operação Sépsis, o ex-deputado teve nova ordem de prisão decretada contra ele, desta vez assinada pelo juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal em Brasília.


No recurso em habeas corpus dirigido ao STJ, a defesa questionou o decreto de prisão no âmbito da Operação Sépsis, afirmando que teria sido fundamentado somente na delação premiada do doleiro Lúcio Funaro. Além disso, segundo a defesa, a liberdade de Cunha não traria risco à instrução do processo, porque todas as testemunhas do caso já foram ouvidas.

O ministro Rogerio Schietti, relator do recurso, afirmou não haver constrangimento ilegal apto a justificar o pedido de liberdade. Segundo ele, a prisão não foi fundamentada na necessidade de se preservar a instrução criminal, como argumentou a defesa, mas, sim, na garantia da ordem pública, da ordem econômica e da aplicação da lei penal.

Na avaliação do ministro, o juiz responsável pela condução da Operação Sépsis indicou motivação suficiente para justificar a prisão preventiva do ex-deputado.

"Tais elementos afastam, à primeira vista, a plausibilidade jurídica do direito tido como violado, sobretudo em razão de se mostrarem suficientes as razões invocadas na instância de origem para embasar a ordem de prisão do ora paciente, porquanto contextualizaram, em dados concretos dos autos, a necessidade cautelar de segregação do réu", resumiu o relator.

De acordo com o ministro, o juízo de origem ressaltou a posição do ex-deputado na organização criminosa investigada, detalhou o risco de movimentação de valores ilícitos caso a prisão não fosse efetuada e apontou a prática reiterada de delitos, razões que justificam adequadamente a segregação cautelar.

Schietti lembrou que tanto o STJ quanto o Supremo Tribunal Federal (STF) vêm entendendo, em casos similares, que a participação de agente em organização criminosa sofisticada na qual se revela a habitualidade delitiva é fator determinante para autorizar a prisão preventiva.

Após parecer do Ministério Público Federal, o mérito do recurso em habeas corpus será julgado pelos ministros da Sexta Turma do STJ.

Defesa

Em nota, o advogado Délio Lins e Silva Jr, que defende Cunha, afirma que está "estudando a providência a ser tomada".


Fonte: Agência Estado 
Foto: Reprodução/Instagram
Depois de se deixar enganar por uma notícia falsa que circulou na internet e, em função dela, ameaçar prender a cantora Pabllo Vittar, o vereador Ezequiel Bueno (PRB), da cidade de Ponta Grossa, reafirmou que acredita no boato de que Pabllo e o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) fariam uma “turnê” pelas escolas brasileiras, ensinando as crianças sobre diversidade sexual.

Por meio de nota assinada por seu gabinete parlamentar, o vereador explica ter ficado “preocupado” com a notícia, porque a cantora irá à cidade para um show na Munchen Fest, tradicional evento com inspirações na cultura alemã, que ocorrerá entre os dias 5 e 10 de dezembro.

Embora a notícia falsa que levou ao virulento discurso de Ezequiel Bueno tenha sido divulgada por meio de um tuíte, desmentido por Jean Wyllys, Bueno afirma na nota que a informação foi “veiculada por diversos meios de comunicação”. Ele não faz menção em nenhum momento ao fato de ter se enganado e se desculpa apenas pelos “excessos” em seu discurso na tribuna da Câmara Municipal.

Ele diz ainda que “não teve a intenção de ofender” Pabllo Vittar, mas somente defender o plano de educação da cidade, que não inclui ideologia de gênero e diversidade sexual, e ressalta que seu maior compromisso é defender “a família e as crianças”.

Polêmica

Em sua fala na Câmara de Ponta Grossa, na última segunda-feira, o vereador queixou-se de que a cidade receba “esse tipo de show” porque é “uma cidade família e conservadora”. Ezequiel Bueno, que também é pastor, chegou a ameaçar a artista de prisão. “Quem quiser ir assistir, pode ir. Agora, se inventarem de sair pra rua e ir nas escolas, eu vou prender. Vou prender, nem que depois eu seja preso por abuso de autoridade”, disse.


Fonte: Reportagem: Veja



Foto: EBC
Entre os presos nesta sexta-feira (20) durante a Operação Luz na Infância está uma mulher que mantinha relação sexual com o próprio filho, de apenas 11 anos. O padrasto da vítima também foi preso em flagrante por envolvimento no crime.

A mulher, que seria garota de programa, filmava as relações sexuais com o garoto e enviava os vídeos para o companheiro, que repassava o material na internet. A denúncia foi feita pelo pai do menino, após a reclamação do garoto de que a mãe fazia sexo oral nele.

Os policiais encontraram as gravações no celular da mãe e do padrasto do menino. Ambos foram presos em flagrante. “Vimos o vídeo e constatamos que não se tratava apenas de sexo oral, mas de conjunção carnal”, disse o delegado do Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria), José Barreto.

A situação surpreendeu os policiais envolvidos na ação. “De fato é chocante porque infelizmente existem vários casos de abusos sexuais contra menores, mas nunca esperamos que seja a própria mãe que cometa esse tipo de ato. Isso realmente causou um choque”, comentou.

A mulher vai responder por estupro de vulnerável e pedofilia. Já o padrasto foi preso por repassar o material na internet e ainda deve responder por explorar a mulher como garota de programa.

Prisões

Além do casal, outras três pessoas foram presas em Curitiba e uma em Maringá. Os quatro estavam com materiais que apresentavam crianças expostas a situações de cunho sexual.



Fonte: Massa News

Foto: Lucas Musetti
O técnico Levir Culpi não deixará o comando do Santos. Após pedido do elenco, a diretoria do clube, que havia decidido dispensar o treinador, foi convencida a mantê-lo. O presidente Modesto Roma Júnior confirmou a manutenção do comandante alvinegro após reunião nesta sexta-feira à tarde.

Os atletas tiveram participação importante nessa reviravolta. A delegação chegou a São Paulo - sob forte protestos de torcedores - no começo da tarde após o empate com o Sport, em jogo disputado na última quinta-feira. No caminho a Santos, os jogadores souberam da decisão da diretoria de demitir Levir.

O treinador seria informado da dispensa assim que chegasse ao CT Rei Pelé. O elenco, porém, se reuniu com Modesto e pediu para que Levir cumprisse seu contrato até o fim - o vínculo termina em dezembro. O pedido foi atendido.

A saída de Levir era dada como certa não só por pessoas da diretoria do Santos, mas também por profissionais que trabalham com o técnico. Em um post no Facebook, o assessor de imprensa do treinador, Adriano Rattmann confirmou a demissão - o texto foi apagado pouco depois.

A pressão para que Levir deixasse o comando do time cresceu após o empate em 1 a 1 com o Sport. O resultado derrubou o Santos para a quarta colocação do Campeonato Brasileiro, a nove pontos do Corinthians, líder do torneio.

Assim, o técnico estará no banco da equipe no próximo domingo, quando o Santos recebe o Atlético-GO, na Vila Belmiro, às 17h, pela 30ª rodada do Brasileiro.
Assessor de Levir anuncia demissão do técnico no Facebook (Foto: Reprodução)



Fonte: Santos, SP