Foto: Reprodução/Massa News
Outra criança é internada após ser picada por escorpião em Jussara.

Um menino de 6 anos, morador de Jussara, foi internado no Hospital São Paulo, em Cianorte, após ser picado por um escorpião amarelo.

Embora continue em observação na unidade médica, o caso não é considerado tão grave.
Segundo boletim divulgado pela Secretaria da Saúde do Estado do Paraná (Sesa), cinco acidentes foram registrados no município até agosto de 2017. Em Jussara, município mais crítico da região, foram 31 casos e uma morte, também de uma criança.

Cianorte

No sábado (16), uma menina de cinco anos morreu após ser picada em Cianorte. Na quinta-feira (21), dois escorpiões foram encontrados debaixo de um colchão em uma creche, no Conjunto Marselha, em Cianorte.

De acordo com a direção do CEMEI, os bichos estavam mortos e teriam sido encontrados debaixo de um colchão, usado pelas crianças do estabelecimento. 

Ainda segundo a instituição, a aparição do bicho, está sendo atribuída a dedetização feita no estabelecimento, por uma equipe especializada. Em contato com a empresa responsável pela aplicação do veneno, a dedetização foi feita em volta da creche e deve ser concluída nos próximos dias, conforme a decisão da secretaria municipal de educação.


Fonte: Colaboração O Bemdito/Noti-cia.com

Foto: Colaboração ppnewsfb.com.br/Rádio Itapuã
Um rapaz foi encontrado morto no início da manhã desta sexta-feira (22), na Rua das Violetas bairro Novo Horizonte em Pato Branco. A vítima foi identificada como Jefferson Luiz Stankeviski, de 29 anos. Ele possivelmente tenha sido esfaqueado.

Vizinhos relataram que avistaram Jefferson em frente à residência por volta das 23 horas de quinta-feira (21), e por volta de 2 horas desta sexta-feira ouviram o portão da casa bater e o cão da vítima bastante agitado. Vestígios de sangue foram encontrados no portão da residência.

A Polícia Militar isolou o local para o trabalho de perícia e em seguida o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Pato Branco. A Polícia Civil investiga o crime.


Fonte: 

Foto: Ricardo Vilches / Rede Massa 
 Um motorista de 23 anos foi preso na noite desta quinta-feira (21) após atropelar e matar uma idosa de 66 anos. O caso aconteceu na Avenida Manoel Ribas, em Araucária.

Ela foi atingida pelo automóvel enquanto tentava atravessar a avenida. A vítima foi arrastada por vários metros e chegou a ser socorrida, não resistiu aos graves ferimentos. 

O motorista estava embriagado e não possuía Carteira Nacional de Habilitação. Além disto, o carro dele tinha pendências. O condutor está preso na Delegacia de Araucária. Foi arbitrada uma fiança de R$ 10 mil para que ele responda ao caso em liberdade.


Fonte: 
Foto: Reprodução/Paraná Portal
O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) indeferiu nesta quinta-feira liminar em habeas corpus impetrado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que requeria a nulidade do processo que apura a propriedade do apartamento triplex do Guarujá (SP) com base na suspeição do juiz federal Sérgio Moro. O HC também pedia a redistribuição da ação criminal para outro magistrado.

Segundo o advogado Cristiano Zanin, durante o interrogatório do ex-presidente, realizado na quarta-feira (13/9) passada pelo juiz da 13ª Vara Federal de Curitiba, este teria sido parcial. Zanin afirmou que Moro estaria “convencido de que seu paciente é culpado”, o que ficaria evidenciado em suas manifestações durante o ato processual.

A defesa ressaltou que Moro teria deixado de discutir questões relacionadas à ação penal julgada anteriormente dizendo: “se nós fôssemos discutir aqui, não seria bom para o senhor”. Para Zanin, tal afirmação demonstraria julgamento antecipado por parte do magistrado. O advogado alega ainda que as capas das revistas Isto é e Veja da semana divulgavam duelo entre Moro e o ex-presidente.

Segundo o desembargador federal João Pedro Gebran Neto, relator dos casos da Operação Lava Jato no tribunal, o pedido de nulidade dos atos processuais em virtude da suspeição do magistrado deve ser feito por meio da Exceção de Suspeição, instrumento jurídico diferente do habeas corpus.

Gebran frisou que o uso do habeas corpus é medida excepcional, quando há flagrante ilegalidade, o que não seria o caso. “Considerando que a alegada suspeição teria se materializado, segundo a tese do impetrante, no interrogatório do réu no último dia 13/09/2017, a declaração superveniente ou incidental deverá ser buscada pela via da exceção a partir da causa superveniente, meio já utilizado pela defesa em inúmeras outras oportunidades”, definiu o desembargador.

NO STJ

Em decisão monocrática, o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Felix Fischer negou seguimento a recurso interposto pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que apontava parcialidade do juiz federal Sérgio Moro para conduzir os inquéritos no âmbito da Operação Lava Jato, os quais se encontram em curso na 13ª Vara Federal de Curitiba.

Manifestações acadêmicas

A arguição de suspeição foi inicialmente indeferida pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), que concluiu não ter havido antecipação do mérito nas decisões inerentes ao exercício da jurisdição, pois a fundamentação é ínsita à própria atividade judicante e exigida pela Constituição da República.

No mesmo compasso, segundo o TRF4, ao contrário das alegações da defesa, eventuais manifestações do magistrado em textos jurídicos ou palestras de natureza acadêmica sobre corrupção não levariam ao reconhecimento de sua suspeição para julgar os respectivos procedimentos.

Reexame de provas

Ao analisar a pretensão do agravante, o ministro Felix Fischer destacou que, apesar da discussão sobre a infringência às normas brasileiras e aos tratados internacionais, eventual configuração sobre a suspeição do magistrado dependeria do reexame dos elementos de prova, o que iria de encontro ao óbice inserto na Súmula 7 do STJ.

“Na hipótese, entender de modo contrário ao estabelecido pelo tribunal a quo, como pretende o recorrente, implicaria o revolvimento do material fático-probatório, inviável nesta seara recursal, e não somente discutir a violação à lei federal e aos tratados internacionais referentes à imparcialidade do juiz”, concluiu o ministro ao manter a decisão do TRF4.

O relator da Lava Jato esclareceu ainda que não se trata de negativa de jurisdição, mas da necessidade de submissão ao rito processual adequado, ou seja, com conhecimento primeiro em primeiro grau e, se rejeitada a suspeição, a remessa de ofício ao tribunal, na forma do artigo 100 do Código de Processo Penal.

Fonte: 
Foto: João Frigério/Plantão 190
Um homem não identificado foi espancado até a morte na madrugada desta sexta-feira (22) na Avenida das Torres em frente à Vila Torres em Curitiba. De acordo com um motorista de Uber que presenciou a cena, quatro homens atravessaram a avenida espancando o homem com pauladas e pedradas. A vítima ainda tentou fugir, mas ferida demais, acabou caindo no canteiro central que divide as pistas. A violência foi tamanha que a vítima chegou a sofrer perda de massa encefálica. O que chamou a atenção é que ela estava com partes do corpo amarradas com fios de telefone.

Um morador da região que foi ver o que havia acontecido comentou em baixo tom que esse não rouba mais ninguém. 

Os autores do crime fugiram em direção à vila e não foram localizados.


Fonte: 
Foto: João Carlos Frigério/Plantão190
Um rapaz identificado por Eric, conhecido por Chineque, levou 15 tiros na noite desta quinta-feira (21) na Cidade Industrial de Curitiba.

A situação aconteceu quando dois homens encapuzados invadiram a residência de sua mãe localizada na Rua Engenheiro Eduardo Afonso Nadolny, foram até o quarto que ele estava e efetuaram vários disparos. Eric foi atingido por 15.

Socorristas do SIATE com apoio médico foram acionados e prestaram atendimento ao rapaz que sofreu várias paradas cardiorrespiratórias dentro da ambulância.

Os médicos conseguiram estabilizá-lo e levá-lo com vida até o Hospital do Trabalhador.

O que chamou a atenção é que Eric já foi baleado em uma chacina onde 10 pessoas foram baleadas e 4 morreram. Na ocasião ele levou 9 tiros e sobreviveu. Ele estava se recuperando.

A irmã relatou que ele teria passagens por roubo e tráfico de drogas. 

Os atiradores fugiram em um veículo Gol de cor branca e até o momento não foram localizados.


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Foto: reprodução
O papa Francisco anunciou hoje (21) que um religioso efetivamente condenado por abuso sexual contra um menor de idade não poderá apresentar recurso e jamais terá a graça concedida. O pontífice fez este anúncio ao receber os membros da Pontifícia Comissão para a Tutela dos Menores, organismo criado por ele há quatro anos para trabalhar pela educação e prevenção de abusos dentro Igreja Católica. A informação é da EFE.

Francisco, que tinha um discurso escrito, deixou o protocolo de lado para falar de improviso sobre algumas das preocupações e acusações de atraso que surgiram sobre como a Igreja está enfrentando o problema e reconheceu que existe lentidão na hora de analisar os muitos casos que chegam.

Segundo o papa, os atrasos se devem a dois fatores: falta de pessoal e os vários pedidos de recurso. "Os advogados trabalham para tentar diminuir a pena, porque é disso que os advogados vivem", explicou o pontífice, lembrando que então todos os aspectos legais são analisados novamente, provocando mais atraso.

Diante disso, Francisco anunciou que está trabalhando para que quando um abuso for provado, isso será suficiente para não admitir recurso."Se há provas, ponto. (A sentença) é definitiva", declarou.
Para Francisco, uma pessoa que comete um abuso é "doente" e não pode ser perdoada porque pode voltar a cometer o mesmo crime dentro de pouco tempo. "Temos que botar na cabeça que é uma doença", afirmou ele, reiterando a "tolerância zero contra os abusos".

Durante o seu discurso, o papa citou o árduo trabalho da Comissão e disse que a Igreja demorou a "tomar consciência" sobre este problema. Entre as pessoas que ouviram as palavras de Francisco estavam o inglês Peter Saunders e a irlandesa Marie Collins, que sofreram abusos sexuais de padres durante a infância.

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Foto: Reprodução/Paraná Portal
Implantado há quatro meses em caráter experimental, um projeto que busca reduzir a superlotação carcerária no Paraná – que hoje tem 30 mil presos, um terço dos quais em delegacias de polícia, e não em presídios – sofre críticas de juízes criminais e de execução penal.

Na proposta, batizada de “Ocupação Prisional Taxativa”, cada magistrado deve avaliar a situação penal da região em que atua e estabelecer um número-teto de presos provisórios (ainda não julgados) a partir dele – veja mais detalhes sobre o sistema ao lado.

Para a Amapar (Associação dos Magistrados do Paraná), porém, o Poder Judiciário não tem a função de resolver um problema do Executivo – no caso, a falta de vagas no sistema penitenciário. “Os juízes do Paraná estão super empenhados em julgar os criminosos o mais rápido possível. É importante que cada poder cumpra com seu papel”, avalia Frederico Mendes Junior, presidente da Amapar.

A juíza Jane dos Santos Ramos, da VEP (Vara de Execuções Penais) de Maringá, diz estar sendo pressionada pelo GMF (grupo do judiciário que monitora o sistema penitenciário) a soltar presos antes do tempo, devido à superlotação. Ela relatou ter antecipado os benefícios de presos em 4 meses para “aliviar” uma carceragem que tinha 50 homens em um espaço para 12, em dezembro do ano passado. Nos meses seguintes a situação do espaço se agravou, chegando a comportar mais de 100 presos.

A juíza cita ainda um “desvirtuamento” dos mutirões carcerários que, segundo ela, antes serviam para analisar processos parados de juízes com sobrecarga de trabalho – e conceder benefícios àqueles que já tinham direito –, mas que passaram a ser usados para desafogar o sistema, soltando condenados antes do tempo. “Isso que hoje eles [os idealizadores do projeto] estão tentando fazer é o mesmo que já vinham tentando antes: pressão para acelerar as solturas porque está faltando vaga”, critica Jane.

Para coordenador, projeto reduz caos em delegacias

O GMF nega ter pressionado juízes para participar do programa, ou ter influenciado para que eles concedam benefícios aos presos. “A atuação do juiz é totalmente independente. As únicas coisas é que se precisa olhar são realidade e a limitação de espaço”, afirma o desembargador Ruy Muggiatti, supervisor do GMF.

O projeto foi lançado no final de maio e hoje tem a participação de 32 Varas, que juntas são responsáveis por 1.565 vagas penitenciárias.

Quando um juiz adere ao projeto, a primeira medida é estabelecer um número limite de presos provisórios – que varia conforme a realidade de cada lugar – e passar a trabalhar em cima deste limite.

A partir daí as vagas são numeradas. Para autorizar uma nova prisão, o juiz deve buscar um detido sob sua responsabilidade que possa liberar aquela vaga, seja por tornozeleira eletrônica, conversão em prisão domiciliar ou outra medida. Se avaliar que ninguém pode ser solto, o juiz marca a vaga como excedente e tem 30 dias para resolver um caso pendente.

Para o juiz Eduardo Fagundes Bueno, coordenador do GMF, o projeto busca fazer o Estado cumprir a Constituição, que proíbe tortura ou tratamento degradante, visível especialmente nas carceragens de polícia. Além disso permite que mais presos fiquem nas penitenciá- rias – onde se pode estudar e trabalhar.

O programa tem um benefício já visível. “São José dos Pinhais vinha sofrendo muito com fugas das celas. Depois da implantação do projeto, não houve mais nenhuma”, afirmou.

Governo não garante 100% das obras

A Sesp (Secretaria de Segurança Pública) vem prometendo que 14 obras em presídios (8 construções e 6 reformas) estarão prontas e abrirão 7 mil vagas no sistema até o final de 2018, mas o diretor do Depen (Departamento Penitenciário), Luiz Alberto Cartaxo, reconhece que isso não deve se cumprir
Segundo o diretor, o provável é que 60% destas obras estejam prontas. “Quatro delas ainda não foram licitadas, então a estimativa é essa”, diz. Apesar de a verba para os projetos – R$ 130 milhões – estar garantida, apenas uma delas, em Campo Mourão, está em andamento hoje. A previsão é que esta e mais uma fiquem prontas até o fim do ano.



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Divulgação / PRF
O motorista de uma carreta bitrem que provocou um acidente que deixou duas pessoas mortas e quatro feridas na BR-277, em Curitiba, na noite de quarta-feira (20), foi liberado no fim da madrugada desta quinta (21) depois de ser ouvido na Delegacia de Delitos de Trânsito (Dedetran).
O acidente aconteceu no km 101, por volta das 21h30, na pista sentido Campo Largo (PR).  De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, o caminhão ficou sem freios e bateu contra seis carros que estavam parados em uma fila provocada por obras na pista.

A rodovia estava sinalizada. A PRF especula que os freios tenham falhado. “Caminhão com freios isolados”, informou um agente.

Com a batida, o caminhão carregado com fertilizantes pegou fogo. Além das duas pessoas mortas, que estavam em um carro que ficou totalmente carbonizado embaixo do caminhão, outras duas ficaram gravemente feridas. Ocupantes de outros veículos atingidos tiveram ferimentos leves.

A pista ficou interditada até as 3h30 desta quinta-feira (21). De acordo com a polícia, o motorista da carreta foi liberado da delegacia porque prestou socorro aos feridos. Ele será indiciado e vai responder na Justiça.


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